quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Uma possível viagem


O ano está a se findar e com ele vem as férias. Em dezembro não dá pra pensar em viagem, mas janeiro precisa ser bem utilizado, ou pelo menos uma semana dele, então, preparei um roteiro de viagem para conhecer uma parte do Ceará, pois ouço muita gente falar da beleza desta região.
Para isso, focalizei em duas cidades: Fortaleza e Jericoacoara.
Para começar, a pesquisa dos preços de vôo e hospedagem, que são as mais caras e compensam ser agendadas com antecedência, até porque o período da viagem será em alta-temporada (19 a 26 de janeiro de 2016).
Para ir até Fortaleza, a empresa que apresentou um valor mais em conta foi a TAM, em que a passagem de ida e volta sai por aproximadamente R$ 1240,00.
Pensei em um roteiro que incluirá dois dias em Jericoacoara, sem contar o dia 19, porque chegarei lá à noite. Para a hospedagem há duas opções de pousada consideráveis: a Pousada Calanda, com quarto econômico e camas de solteiro, por R$ 320,00 aproximadamente e que fica bem próxima dos pontos turísticos de Jeri, e o Hostel da Praça, com quarto duplo e valor entre R$ 140,00 e R$ 200,00, porém não tão próximo dos pontos turísticos como a pousada.
Para os dias 23 a 26 a pretensão é ficar em Fortaleza. Encontrei um local para hospedagem com quarto privativo, cozinha e localizado no centro de Fortaleza, porém sem café da manhã: Backpackers Ceara Hostel, valor aproximado de R$ 240,00. Mas, se eu quiser vencer a timidez, posso ficar na Albergaria Hostel e Bar, que fica na Praia de Iracema, em quarto feminino, com café da manhã, pelo valor aproximado de R$ 120,00.
Fechados vôo e possibilidades de hospedagem, vamos aos passeios.
Em Jericoacoara pretendo fazer um tour para conhecer Pedra Furada, a Árvore da Preguiça, Praia Malhada, Lagoas Azul e do Paraíso, Tatajuba, talvez e, claro, ver o pôr-do-sol, nas Dunas do Pôr-do-Sol..
Foto retirada de <http://www.alphapraiahotel.com.br/localizacao/>
Em Fortaleza tenho a pretensão de conhecer Fortaleza (Teathro José de Alencar, Mercado Central, Centro Dragão do Mar) e Lagoinha, Praia das Fontes, Canoa Quebrada e Mundaú.
Em todos os sites e blogs pesquisados há a menção em realizar alguns dos percursos de buggy, o que me levaria a gastar em média de R$ 150 a R$ 200 por passeio contratado. Para lugares em que não há passeio de buggy, mas ainda assim é necessário contratar transporte para lá chegar.
Algumas empresas citadas nas pesquisas são Planetatur e Branco Turismo. No site da Planetatur não há muitas informações, mas no da Branco Turismo é possível consultar valores de passeios e os preços não parecem muito caros.
Por fim, onde se alimentar?
Dei uma pesquisada e acabei considerando que é uma boa opção seguir dicas de sites mais conhecidos, até porque penso que a gastronomia de um lugar o define muito e não vale a pena ir a um lugar novo e não experimentar o que tem de diferente ou comer alimentos de má qualidade. Então alguns lugares podem ser encontrados no link sobre Jericoacoara e Fortaleza e também no link a seguir, da TripAdvisor.
Foto retirada de <http://www.dondeandoporai.com.br/dicas-do-que-fazer-jericoacoara-ceara-quem-comeca-viagem-rota-emocoes-aqui/>

E aí, será que vai valer a pena? 
Se você tiver dicas para esta viagem comente abaixo. 


Projeto: Eu observo e me movo


Objetivo geral: Conscientizar-se sobre as diferentes formas de se locomover

Objetivos específicos: Localizar pontos de referência próximos a residência ou escola
Locomover-se com base em indicações de pontos de referência
Registrar informações utilizando conhecimentos de localização espacial

Justificativa: A partir do interesse das crianças em atividades de percurso e também em contarem onde moram e como fazem para chegarem na escola surgiu o presente projeto.
Sabe-se da importância de as crianças conseguirem localizar-se espacialmente e o presente projeto pode ajudá-las a fazerem isto.

Etapas: Solicitar que as crianças façam um desenho representando o caminho que fazem de casa até a escola.
Levantar com as crianças os pontos de referência dos quais se lembraram no desenho e registrar.
Solicitar aos pais que enviem o endereço da residência das crianças.
Socializar a pesquisa com as crianças e comparar os endereços para saber quais residem próximas.
Utilizar o Google Earth para mostrar às crianças o local onde residem e traçar com elas o caminho para a escola, relacionando com as anotações sobre os pontos de referência e registrando novos pontos de referência se surgirem.
Retomar com as crianças os pontos de referência e identificar os mais próximos à escola.
Utilizar o Google Earth novamente para mostrar os arredores da escola.
No próprio Google Earth, solicitar às crianças que tracem caminhos para pontos determinados.
No coletivo, montar com as crianças um mapa da escola e arredores (pontos de referência), utilizando figuras.
Ampliar o mapa criado no coletivo para ser utilizado em atividade no pátio.
No pátio, solicitar que as crianças cheguem a lugares determinados, por meio de comandas diversas, como especificar os pontos de referência pelos quais devem passar, percorrer o caminho mais curto, percorrer o caminho mais longo, ser guiado pelos colegas, seguir comandas de localização como virar à direita, virar à esquerda, andar tantos passos à frente, etc.
Registrar a atividade por meio de fotos.
Solicitar que as crianças façam novamente um desenho representando o caminho que fazem de casa até a escola e comparar os diferentes registros.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Novas tecnologias pra quê?


Olá, colegas.
No decorrer do curso do Proinfo lemos o texto  "As sereias do ensino eletrônico" de Bilkstein e Zutto, texto muito interessante para quem sabe que como educadores precisamos nos atrever a levar as novas tecnologias para a sala de aula sim. 
Durante a leitura alguns comentários chamaram minha atenção. Dentre todos, o que mais me inquietou foi a comparação feita pelos autores ao questionarem onde está a inovação da educação quando se usa as novas tecnologias, pois o que se vê no uso destas é apenas uma reprodução do ensino tradicional, só que ao invés de lápis e papel - que também são tecnologias - usa-se computador, internet e tablet.
Os autores discorrem sobre as grandes possibilidades de uso das novas tecnologias em sala de aula e que podem, sim, ajudar os alunos a expandirem seus conhecimentos, mas será que a escola tem feito isso?
Segundo os autores, se visitarmos uma escola atual encontraremos regras de uso da rede e em sua maioria, estas são proibições e não abertura de possibilidades de criação, em que os alunos poderão utilizar a rede para criar coisas novas a partir dos conhecimentos adquiridos.
Conclui-se, portanto, que apesar de muitas escolas estarem fisicamente preparadas para utilizar as novas tecnologias, pelo fato de terem um espaço e material adequado para o trabalho com estas, pedagogicamente este preparo ainda não existe, pois a escola guarda em si conceitos que precisa rever.
Abaixo segue um vídeo de uma entrevista feita com Nilbo Nogueira, pela TV Estadão, em que o autor fala sobre o tema e tem muito em comum com a opinião dos autores do texto. 


Fonte: 
Blikstein, P.; Zuffo, M.K. As sereias do ensino eletrônico. Texto baseado em dissertação de Mestrado apresentada à Escola Politécnica da USP em 2001.
Nogueira, N. Quais são os desafios para aliar tecnologia à educação?
<https://www.youtube.com/watch?v=rCCfKaifsjg> acesso em 21 out 2015

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Quem sou eu como professor e aprendiz




Ao refletir sobre meu papel como professora e aprendiz percebo que ambos papéis estão interligados.
Não há como ensinar sem aprender e, para que isto ocorra é preciso que eu compreenda o mundo em que vivo, pois desta forma posso alcançar meus alunos sem criar esterótipos ou sem comparar com outros, percebendo que são seres únicos, fruto de uma sociedade que está em movimento constante.
Preciso também compreender como se dá o conhecimento, afim de que consiga planejar minhas aulas com o objetivo de que alcancem a todos os alunos, valorizando a diversidade presente em sala de aula e tendo plena consciência do processo que os alunos passarão para que a aprendizagem seja realmente efetivada.
Além disso, é importante que como professora não me esqueça que necessito ter consciência de que a aprendizagem é um processo que nunca termina. Sempre há algo novo para ser aprendido e por mais conhecimento que se tenha ainda procurar formações que sejam significativas para o crescimento profissional é essencial.
A cada uma destas atitudes como professora está ligado o papel de aprendiz, uma vez que para realizá-las preciso aprender a observar, avaliar e refletir sobre as ações que tomo e o que posso fazer para torná-las melhor.

Aprender para ensinar e ensinar para aprender


Reflexão sobre o texto Aprendizagem continuada ao longo da vida: o exemplo da terceira idade, de José Armando Valente
 
Com base no texto de José Armando Valente, Aprendizagem continuada ao longo da vida: o exemplo da terceira idade, se percebe que a educação tem tomado um rumo que necessita urgentemente ser mudado.
Se pensarmos que a educação na infância e na maior idade muito tem de prazer e efetividade, chegaremos à conclusão que a escola necessita rever alguns de seus conceitos sobre a educação.
Infelizmente ainda há no ambiente escolar hábitos que não levam os alunos a refletirem sobre o que estão a aprender e, consequentemente, não os levarão a assimilar o que aprenderam.
Apesar de muitos profissionais da educação apresentarem muitos títulos em graduações e pós-graduações, observa-se que estes cursos não capacitam verdadeiramente estes profissionais para ensinar, até porque, na maioria das vezes o objetivo destas formações não é o conhecimento, mas sim, o certificado, para que consigam a tão sonhada evolução.
Estas formações são conhecidas como formação continuada, no entanto, é importante ressaltar que Valente denomina formação continuada como uma aprendizagem que ocorre ao longo da vida, ou seja, de acordo com seus interesses, a pessoa busca meios de aprender algo novo, seja por meio da educação formal ou não. E é este tipo de formação continuada que realmente pode fazer a diferença na vida da sociedade. No entanto, esta, por meio da escola, deveria conscientizar-se que as pessoas aprendem de diferentes formas e oferecer meios para que isto ocorra.
Outro fato importante a ser observado é que, como seres curiosos que somos, temos a capacidade tanto de ensinar quanto de aprender e seria importante que, principalmente dentro do ambiente escolar ou das situações de aprendizagem, o agente de aprendizagem levasse o aprendiz a perceber como aprende e como pode atuar em uma nova situação de aprendizagem, ou seja, forme novos agentes de aprendizagem para que o processo de ensino-aprendizagem não se estagne.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Pontapé inicial

Este blog pretende compartilhar minhas experiências em sala de aula, textos, vídeos, músicas, enfim, tudo em minha vida que esteja voltado para a educação.
Repensar o ensinar é um nome bem sugestivo, uma vez que ao registrar algo novo, com certeza terei refletido sobre a influência disto no processo de ensino-aprendizagem pelo qual estou a passar.